Novo tema do Rapper Tilhon, natural de Viseu, num videoclip com o carimbo de Lameiras Produções

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Produção: Tilhon
Masterização: Duarte Mateus
Video produzido por: Lameiras Produções

LETRA:
Refrão
Se eu soubesse aquilo que sei hoje
Será que eu era a mesma pessoa?
Se eu soubesse aquilo que sei hoje
Seria o mesmo little G, Doa a quem doa.

Não se era gente só por ter sangue a correr no pulso
Fidelidade dentro duma ramona
Má-criadice com direito a calduço
Não quero zona de conforto quero o conforto da zona.

1º Estrofe
Se eu soubesse o que sei hoje talvez não tivesse dado tanta turra
Mas se turra não desse nunca diria ai se eu soubesse
Entre o stress do Jogo do empurra
Bola para a frente porque para trás ouvi dizer q mija a burra

Urra rosto trancado pa arcanhi
Tira-me as ruas mas não tiras a ruas de mim
Por desfilar cap e argolas considerado gandim
Mas a tendência a nosso ritmo não ao ritmo da tendência enfim

Será que eramos nós os loucos do tempo?
Eu lamento dizer mas acho que …
Para ti que olhas para fora e não para dentro
Por estar cum preto e cum branco estás-me a ver cinzento okê?

Há sempre um gaijo a pôr o dedo intrometido desde fedelho
Com a água acima do joelho e um polegar numa havaiana
Mira-te ao espelho há só uma coisa que endireita
A cremalheira num aparelho porque assim dá muita cana

Na nossa casa há lugar para mais um prato
Se para nós cheira a graveto pra ti cheira a pato
E vice-versa. Aqui nem a morte assusta
O que está feito está feito, lamentar o que não ta feito é que custa.
2º Estrofe
Se eu soubesse o que sei hoje tinha feito a mesma porra
Combinado todo aquele café pra lucrar da borra
Isso fez com que hoje não tenha pachorra
E só soube o que é mulher depois de comer muita cachorra

Tinha-me rido e chorada com os mesmos G´s
Tinha comido ao lado dos mesmos G´s
Tinha colhido e dado aos mesmos G´s
Passado é orgulho nada que me comova

Tinha jogado o mesmo jogo sem regra
Tinha sorrido ate à dor da queda
Aprendendo dia a dia nesta bodega
Não há amizade plantada que dure sem rega

Por mais bonito ou feio que seja nada me foi dado de bandeja
O passado é a minha história e eu não renego
Se ontem vendi fardos de inveja a qualquer cão que lá fareja
Hoje o passado é o fardo que eu carrego

(Tilhon) Trocaste o lugar da argola da orelha para o pulso
Andavas de beca em esquina depois recurso em recurso
Os ratos com quem paravas no juiz: figura de urso.
Sacudiste o lixo e afinaste o discurso!

BOOKING:
joaolourenco@puremusic.pt

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