“Quando vires” é o novo single em avanço do projecto “Post Mortem” do rapper portuense Gomes.

Imagem e Vídeo: Jotta Dúbio
Captação, Mistura e Masterização: GoBig Studios por Pack Da’Wrong Dude

GOMES – Facebook | Instagram

LETRA:
“[Refrão]
Quando vires que eu tou no topo não me ligues
Quando vires que eu tou no lixo não me ligues
Nesta via como queria tou melhor
mas quanto muito vês as costas, por isso na palavra não te fies
(x2)

Quando vires que eu tou longe não dês o toque
Tou no block e vejo que não és suporte p’ro meu porte
Mete-me um alvo na nuca, já que não me vês nunca mais
Em cada discussão bruta, gastei palavras a mais

Tu não merecias tais elogios, presos por fios nos tavamos
E concluímos que eras lâmpada fundida p’ra minha luz
O que não me mata torna me mais forte, ou seja
Tu não me mataste e ainda queres que me importe contigo?

Mas caga nisso, segue o teu caminho sem ninho, devagarinho sozinho eu vou chegando longe
Como a música que leva sentimentos a outras pessoas, eu levo ressentimentos por merdas como hoje

Tudo por tua culpa, abusas de quem te ama e isso faz
Com que sejas vista como alguém que ninguém procura
Porque nada dura contigo, como sempre condiz
Como o tempo e o vento, se a brisa soprar tu com alguém és feliz

Não me ligues, eu perdi o norte e encontrei o rumo nuns braços diferentes sem ligar ao que fazes

E quando só me vires as costas é que vais realmente entender que sou quem gostas e tu sabes!

Como é que achas que me podes dizer algo se me vires
P’ra ti tenho tanto que dizer, mas não são merdas para ouvires
És do tipo de pessoa que eu nego ver e tar
O ódio supera a saudade, eu nem tou a brincar

Queres fazer contas com a vida, brinca com a tua e não digas
Que queres cenas diferentes se fazes cenas parecidas
Eu tou na minha com os meus fones a ouvir o que gravo
Tal como fazes quando o largas e ouves a minha voz no carro

Tamos bem longe um do outro, tou feliz assim
A ver o meu estado emocional ser controlado por mim
Na via do sucesso, não peço regressos iguais
Duas linhas um dia cruzadas não se cruzam mais

É a luta com a saudade que retorna à inocência
De dar parte de mim a quem não tinha o mínimo de coerência
Abordei certos temas como poemas de adolescência
A ter noção do que passamos, mas o passado é consciência

Tas a dizer que o meu futuro foi apagado por ti
Diz que fui influenciado, mas apenas pelo que vi
Já me notas um sorriso, e sem notas também mereci
Uma vida de altos de baixos, tinha de acabar aqui (no topo)!

[Refrão]
Quando vires que eu tou no topo não me ligues
Quando vires que eu tou no lixo não me ligues
Nesta via como queria tou melhor
mas quanto muito vês as costas, por isso na palavra não te fies
(x2)

Eu tou no topo e a viver como quero (eiii)
Eu tou feliz e com a malta por perto (eiii)
Eu tou com tropas, mocas, queridas e bebidas
P’ra veres que eu tou em vidas que nem nos sonhos imaginas (eiii)
(x2)”

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